terça-feira, 30 de abril de 2013

[Novidades] Elenco de VA: Blood Sisters

→  A actriz ucraniana Olga Kurylenko foi escolhida para o papel da Directora da Academia de St. Vladimir, Ellen Kirova

[Novidades] Trailer Internacional de TMI: City of Bones

[Crítica] Sweet Addiction, de Maya Banks

Sweet AddictionSweet Addiction by Maya Banks
My rating: 2 of 5 stars

★★☆☆☆ {1.5/2}

He awakened a need within her.

Cole is successful beyond his dreams. He can have any woman he wants, but there’s only one he can’t stop thinking about: his childhood sweetheart, Renita. He’s never forgotten his first taste of innocent love and the desire that consumed them—or the pain he brought upon her…

But now she belongs to another…

Her long-ago brush with submission awakened a longing in Ren that drove her to walk the darker edge of desire. She has become a beautiful woman at ease with her sexuality and unapologetic about her need for a dominant man. When Cole finds her again, he’s gutted that she belongs to another. Ren’s current master agrees to give her to Cole for a short time, but then she must return to his keeping. And though Cole agrees to this bargain, he knows he will never be able to let Ren go again.

Bem... de todos desta saga, foi dos piores. Só não foi o pior porque nenhum consegue ser pior que o #2, da Serena e do Damon. BAH!
Nem sei por onde começar... a escrita não foi má, de todo. Contudo, todo o enredo, as personagens... enfim, não estiveram no seu melhor... A autora nunca tinha explorado muito o Cole, por isso, fiquei surpreendida quando ela fez um livro sobre ele e o seu romance com a Ren. Gostaria que o tivesse deixado assim... porque não gostei dele. E, francamente, também não gostei muito da Ren.
As personagens dos livros anteriores mal entraram... fiquei tão desiludida. Gostaria de ter revisto o Connor e a Lyric.
Não concordo com a escolha da Serena e do Damon de terem filhos. Acho que é uma coisa que não faz parte do estilo de vida deles, de todo. Pobre criança...

Concluindo, foi uma leitura rápida, mas o livro foi muito fraco.

Livro favorito: #5 - Sweet Possession
Casal favorito: Connor&Lyric (#5 - Sweet Possession) :)
Classificação final da Saga: 1.5/2 ★★☆☆☆

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

[Crítica] Cloud Atlas, de David Mitchell

Cloud AtlasCloud Atlas by David Mitchell
My rating: 4 of 5 stars


A reluctant voyager crossing the Pacific in 1850; a disinherited composer blagging a precarious livelihood in between-the-wars Belgium; a high-minded journalist in Governor Reagan’s California; a vanity publisher fleeing his gangland creditors; a genetically modified “dinery server” on death-row; and Zachry, a young Pacific Islander witnessing the nightfall of science and civilisation—the narrators of Cloud Atlas hear each other’s echoes down the corridor of history, and their destinies are changed in ways great and small.

In his captivating third novel, David Mitchell erases the boundaries of language, genre and time to offer a meditation on humanity’s dangerous will to power, and where it may lead us.

Não sabia da existência do livro e quando vi o trailer do filme achei que deveria ser fantástico, e fantástico foi! Já o vi várias vezes e AMO! É dos meus filmes favoritos de sempre. Quando descobri que havia um livro, imediatamente quis lê-lo, pois fiquei com imensa curiosidade em relação à realização da narrativa das histórias. Gostei,
mas mesmo assim, estava à espera de mais.
Nunca tinha lido nada do autor e devo dizer que gostei da escrita e de todo o enredo que criou. Grande mente! :)

Concluindo, gostei, mas estava à espera de mais.

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sexta-feira, 26 de abril de 2013

[Crítica] Clockwork Angel, de Cassandra Clare

Clockwork Angel (The Infernal Devices, #1)Clockwork Angel by Cassandra Clare
My rating: 2 of 5 stars

★★☆☆☆ {2/2.5}

Magic is dangerous—but love is more dangerous still.

When sixteen-year-old Tessa Gray crosses the ocean to find her brother, her destination is England, the time is the reign of Queen Victoria, and something terrifying is waiting for her in London's Downworld, where vampires, warlocks and other supernatural folk stalk the gaslit streets. Only the Shadowhunters, warriors dedicated to ridding the world of demons, keep order amidst the chaos.

Kidnapped by the mysterious Dark Sisters, members of a secret organization called The Pandemonium Club, Tessa soon learns that she herself is a Downworlder with a rare ability: the power to transform, at will, into another person. What’s more, the Magister, the shadowy figure who runs the Club, will stop at nothing to claim Tessa's power for his own.

Friendless and hunted, Tessa takes refuge with the Shadowhunters of the London Institute, who swear to find her brother if she will use her power to help them. She soon finds herself fascinated by—and torn between—two best friends: James, whose fragile beauty hides a deadly secret, and blue-eyed Will, whose caustic wit and volatile moods keep everyone in his life at arm's length . . . everyone, that is, but Tessa. As their search draws them deep into the heart of an arcane plot that threatens to destroy the Shadowhunters, Tessa realizes that she may need to choose between saving her brother and helping her new friends save the world. . . . and that love may be the most dangerous magic of all.

Foi interessante quanto baste, mas um bocado aborrecido. Foi bom rever o Magnus e a Camille; contudo, as obras de Clare continuam com imensas parecenças a Harry Potter. Não gosto...

Também não gosto da autora. Não da escrita exactamente, não como autora, mas mesmo enquanto pessoa... não gosto dela por um simples motivo: acho-a gananciosa. No início, seria apenas uma trilogia, depois evoluiu para uma saga de 6 livros e, como esses livros tiveram muito sucesso... pimba! Mais três sagas ! Uma de prequela, uma de sequela e as Crónica de Bane. E ainda devem vir aí mais... Enough is enough...

Concluindo, foi interessante, embora que um pouco aborrecido e cansativo. Espero que os próximos sejam melhores.

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sábado, 20 de abril de 2013

[Crítica] Delirium, de Lauren Oliver

Delirium (Delirium, #1)Delirium by Lauren Oliver
My rating: 3 of 5 stars


They say that the cure for Love will make me happy and safe forever.

And I've always believed them.

Until now.

Now everything has changed.

Now, I'd rather be infected with love for the tiniest sliver of a second than live a hundred years smothered by a lie.

Lena looks forward to receiving the government-mandated cure that prevents the delirium of love and leads to a safe, predictable, and happy life, until ninety-five days before her eighteenth birthday and her treatment, when she falls in love.

Escolhi ler esta trilogia por dois motivos. O primeiro é de todas as críticas positivas que li ou vi no YouTube, e o segundo é a série televisiva que está neste momento a ser filmada e que vai estrear, em breve, na FOX.
Foi o primeiro livro de Lauren Oliver que li. Gostei, foi interessante quanto baste, mas não é nenhum espetaculo. Em todas as críticas que li/vi, os leitores só davam comentários positivos, diziam que o livro é fantástico...!
Gostei muito do fim. Fiquei ansiosa para ler o próximo. :)

Concluindo, foi interessante. Fiquei curiosa para ler os próximo e para ver a série.

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quarta-feira, 17 de abril de 2013

[Crítica] Forever, de Maggie Stiefvater

Forever (The Wolves of Mercy Falls, #3)Forever by Maggie Stiefvater
My rating: 1 of 5 stars


When Sam met Grace, he was a wolf and she was a girl. Eventually he found a way to become a boy, and their loved moved from curious distance to the intense closeness of shared lives.

That should have been the end of their story. But Grace was not meant to stay human. Now she is the wolf. And the wolves of Mercy Falls are about to be kill in one final, spectacular hunt.

Sam would do anything for Grace. But can one boy and one love really change a hostile, predatory world? The past, the present, and the future are about to collide in one pure moment - a moment of death or life, farewell or forever.

BAH! Estou alíviada por poder dizer, finalmente, que terminei esta porcaria desta trilogia. Foi uma das piores trilogias/sagas que já li, se não a pior...
Nem me vou dar ao trabalho de escrever uma grande crítica, porque, na realidade, só me estaria a repetir. Tudo, ou quase tudo, o que tenho a dizer sobre este livro é igual ao que disse sobre Linger. Em comparação, este livro foi um pouquinho mais interessante do que o anterior, mas mesmo assim... a merda foi a mesma.

Conclusão, BAH! Que porcaria... Só consigo descrever este livro em três palavras: frustrante, cansativo e aborrecido.

Livro favorito: #1 - Shiver
Classificação final da Trilogia: 1.5/2 ★☆☆☆☆

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segunda-feira, 15 de abril de 2013

[Crítica] Sweet Possession, de Maya Banks

Sweet PossessionSweet Possession by Maya Banks
My rating: 3 of 5 stars



She's a singer who lives for the spotlight—and she can't resist her adoring fans.

Outrageous and out of control, Lyric Jones is a spoiled pop star who lives hard and fast, always outrunning her past and the nightmares that haunt her. She's used to getting what she wants—groupies included—because she can't stand to be alone. So in bed it's more the merrier, even if it means closing off the deepest part of herself.

He's a hands-on bodyguard—and a one-woman man.

There is nothing Connor Malone wants to do less than babysit Lyric Jones. But part of him relishes taming the wild songstress and showing her what it's like to be possessed—body and soul—by one man. And though Lyric's crazy antics nearly drive Connor to the edge, his quiet intensity penetrates her defenses, leaving them both vulnerable to the secrets that could topple Lyric from the stage.

Gostei! :)
Gostei muito mais deste livro do que dos anteriores da Saga. Foi muito mais realista do que qualquer um dos outros relacionamentos. Gostei muito da Lyric, do seu passado conturbado. Também gostei do Connor. Nunca o tinham abordado muito nos livros anteriores e gostei do que vi dele neste livro. Até agora, a Lyrics e o Connor são o meu casal favorito desta Saga, seguidos pela Julie e o Nathan.

Tivemos mais desenvolvimento e mais exploração de personagens e menos "sexo, sexo, sexo"...
Fiquei espantada com este livro. Um livro de erótica de Maya Banks que chega quase a meio do livro sem ter nem um cena de sexo entre os protagonistas... fiquei boquiaberta. E gostei muito das cenas de sexo. Estavam muito bem feitas, mais realistas... muito melhores que as dos livros anteriores. Houve mais romance e menos, muito menos BDSM. Gostei muito disso.
Finalmente alguém normal naquela família!! LOL :)
Tivemos muitos desenvolvimentos, do último livro para este, contudo continuo chateada com uma coisa... os homens continuam a ser extremamente possessivos. É solenemente irritante...!

A autora abordou a pressão que é feita nas celebridades e os preconceitos com a obesidade na sociedade de hoje. Achei importante, porque Banks nunca tinha feito nada assim do género nos outros livros. Pensava que iria abordar, também, mais do passado da Lyric e do stalker, etc.

Concluindo, gostei das personagens e do enredo. É um livro de fácil leitura e divertido de se ler, estava sempre a querer saber o que ia acontecer a seguir, apesar de não ter um enorme suspense. Espero que o próximo (e último) seja tão bom ou até, quem sabe, melhor. :)

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sábado, 13 de abril de 2013

[Crítica] The Selection, de Kiera Cass

The Selection (The Selection, #1)The Selection by Kiera Cass
My rating: 3 of 5 stars


Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.

Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.

Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

Gostei! Não foi aborrecido, como esperava que fosse. E, apesar de ter momentos um bocado mais cansativos, foi interessante o suficiente para prender o leitor.
Foi o primeiro livro desta autora. Gostei da escrita e gostei de ter sido narrado na primeira pessoa. Não ficaria bem de outra maneira.

Por um lado mais negativo... excluindo as personagens principais, as restantes não foram muito memoráveis. E os seus nomes eram um bocado estranhos, mas enfim... LOL

Sobre o triângulo amoroso...

Aspen... Go home...

♥ America e Maxon ♥

Concluindo, gostei muito. É um livro simples e fácil de ler. É uma leitura rápida e interessante. Apesar de não ter um tema super interessante, foi uma boa história. Estou ansiosa para ler os próximos. :)

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terça-feira, 9 de abril de 2013

[Crítica] Beautiful Redemption, de Kami Garcia e Margaret Stöhl

Beautiful Redemption (Caster Chronicles, #4)Beautiful Redemption by Kami Garcia
My rating: 2 of 5 stars

★★☆☆☆ {2.5}


A morte é o fim… ou apenas o começo? Ethan Wate passou a maior parte da sua vida ansiando escapar da pequena cidade sulista, Gatlin. Ele nunca pensou que ele conheceria a garota de seus sonhos, Lena Duchannes, que revelou um lado secreto, poderoso e amaldiçoado de Gatlin, escondido em plena vista. E ele nunca poderia esperar que seria forçado a deixar para trás todos e tudo que ele se importa. Então, quando Ethan acorda depois de acontecimentos macabros na décima oitava lua, ele tem apenas um objetivo: encontrar um caminho para retornar para Lena e aqueles que ele ama. De volta a Gatlin, Lena está fazendo suas próprias negociações para ter Ethan de volta, jurando fazer o que for necessário - até mesmo se isso significar ter que confiar nos antigos inimigos ou arriscar a vida de sua família e amigos que Ethan deixou para proteger. Mundos separados, Ethan e Lena devem novamente trabalhar juntos para reescrever seu destino, neste final surpreendente para a série Beautiful Creatures.


Estou feliz por, finalmente, poder dizer que terminei a Saga Beautiful Creatures, pois, embora seja relativamente interessante, é igualmente cansativa.

O livro foi dividido em três parte, muito ao estilo de Amanhecer, de Stephenie Meyer. Em Twilight, a história era narrada na primeira pessoa e no último livro Amanhecer , o livro foi dividido em três "livros" e os pontos de vista mudam duas vezes...
-> livro um: Bella
-> livro dois: Jacob
-> livro três: Bella
E, neste último capítulo de Beautiful Creatures , aconteceu o mesmo. O livro foi divido em três partes, três "livros". O primeiro livro/primeira parte foi do ponto de vista do Ethan, o segundo da Lena e o terceiro do Ethan novamente.

SPOILERS! Todo o livro foi inteiramente à roda do drama da morte do Ethan e dele a tentar voltar. Foi... cansativo.
Como esperado, a morte do vilão (Abraham), bem como a do seu sidekick (Hunting), foi rápida e estúpida. E, ainda por cima, quem é que o matou? O Link... com tesouras de jardim (wtf?)
Outra coisa parva... introduzir um novo vilão (Angelus) à última da hora, no último livro de uma saga...

A história de Criaturas Maravilhosas é daquelas histórias em que apenas um livro seria o suficiente. nao precisaria de seguimento. Mas, como sempre, os autores querem sempre é vender, vender, vender...
Gostei da referência ao Harry Potter, mas não gostei o fim do livro. Foi muito geral, muito vasto. Podiam, pelo menos, ter feito um epílogo de "x anos mais tarde" ou coisa do género, porque do ponto onde deixaram, qualquer coisa poderia ter acontecido. De certa forma, ficou bem assim, porque deixa os leitores imaginar o futuro, mas, mesmo assim, acho que as autoras nos poderiam ter dado mais.
Tenho a certeza que não voltatei a pegar nesta saga, a não ser que façam uma sequela do filme (que eu duvido muito).

Concluindo, gostei quanto baste, mas não posso dizer que foi das minhas sagas favoritas do género YA (Young Adult). É uma saga satisfatória, mas nada de especial.

Classificação Geral da Saga: 3 ★★★☆☆

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quarta-feira, 3 de abril de 2013

[Crítica Filme] Nómada


Na passada sexta-feira, dia 29, vi Nómada (título original – The Host). Podem ler a minha crítica ao livro aqui. Eis a crítica ao filme.

SPOILER ALERT (caso não queiram spoilers, não leiam o resto)

terça-feira, 2 de abril de 2013

[Crítica] Nómada, de Stephenie Meyer

NómadaNómada by Stephenie Meyer
My rating: 3 of 5 stars


Melanie Stryder recusa-se a desaparecer.
O nosso Mundo foi invadido por um inimigo invisível. Os Humanos estão a ser transformados em hospedeiros destes invasores, com as suas mentes expurgadas, enquanto o corpo permanece igual.
Quando Melanie, um dos poucos Humanos "indomáveis", é capturada, ela tem a certeza de que chegou o fim. Nómada, a Alma invasora a quem o corpo de Melanie é entregue, foi avisada sobre o desafio de viver no interior de um humano: emoções avassaladoras, recordações demasiado presentes. Mas existe uma dificuldade com que Nómada não conta: o anterior dono do corpo combate a posse da sua mente.
Nómada esquadrinha os pensamentos de Melanie, na esperança de descobrir o paradeiro da resistência humana. Melanie inunda-lhe a mente com visões do homem por quem está apaixonada – Jared, um sobrevivente humano que vive na clandestinidade. Incapaz de se libertar dos desejos do seu corpo, Nómada começa a sentir-se atraída pelo homem que tem por missão delatar. No momento em que um inimigo comum transforma Nómada e Melanie em aliadas involuntárias, as duas lançam-se numa busca perigosa e desconhecida do homem que amam.

Já tinha lido Nómada em 2009, principalmente e especialmente, por ser da mesma autora da Saga Twilight - Stephenie Meyer.
Agora, em 2013, com o filme a estrear nas salas de cinema, decidi reler.

Na altura (2009), a Saga estava ainda, mais ou menos, no princípio e já arrecadava milhares de fãs, incluindo eu. Estava no auge da minha "loucura" pelo Twilight e acabei por me apaixonar, também, por Nómada.
Na realidade, foi com o Twilight que me apaixonei pela leitura. Nunca gostei de ler, até ao momento em que peguei nos livros de Stephenie Meyer. As suas histórias viciantes e a sua escrita fácil e acessível para qualquer leitor, fizeram-me adorar e querer mais e mais e mais. Depois, a partir daí, comecei a interessar-me por outros livros e outros autores. Agora, com outra perspectiva literária, já consigo ter outra visão literária. Já tenho outras expectativas, já não me contento com histórias mais fracas, como é o caso da Saga. Em Twilight, achei o enredo demasiado centrado no romance e no triângulo amoroso, e depois, de vez em quando, lá vinha um inimigo, mas era logo despachado... E, grande parte dos livros, é passado no dia-a-dia da Bella. Chegava a ser bastante enfadonho.

Em Nómada, muita da "infantilidade" e do enredo mal construído de Twilight praticamente já não existe.
Todo o enredo está bem criado, as personagens são interessantes e a evolução das mesmas estão muito bem feitas. A escrita de Meyer, apesar de ter evoluído desde a Saga Twilight, continua a ser na primeira pessoa. No caso deste livro, talvez, tenha sido melhor assim, com as duas almas no mesmo corpo e tudo mais... LOL.

Concluíndo, gostei, contudo, com esta segunda leitura, não fiquei tão impressionada como da primeira vez. Nómada, apesar de ser muito melhor que a Saga Twilight e de ser um livro bom, continua a não ser dos meus favoritos.

{Lido -> 2009}
{Relido -> Março de 2013}

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[Novidades] TMI: City of Bones - NOVO TRAILER