quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

[Crítica] Beautiful Chaos, de Kami Garcia e Margaret Stöhl

Beautiful Chaos (Caster Chronicles, # 3)Beautiful Chaos by Kami Garcia
My rating: 2 of 5 stars

★★☆☆☆ { 2.7/2.8 }

Ethan Wate pensou que ele estava se acostumando com o estranho, acontecimentos impossíveis acontecendo em Gatlin, sua pequena cidade do sul. Mas agora que Ethan e Lena já voltou para casa, o estranho e o  impossível assumiram novos significados. Enxames de gafanhotos, o calor recorde, e as tempestades mais devastadoras Gatlin assolam como Ethan e Lena luta para compreender o impacto da Lena Reivindicação. Até mesmo a família de Lena de Supernaturals poderosa é afectado - e suas habilidades começam a falhar perigosamente. Com o passar do tempo, uma questão torna-se claro: O que - ou quem - terá de ser sacrificado para salvar Gatlin?
Para Ethan, o caos é uma distracção assustador, mas bem-vinda. Ele está sendo perseguido em sonhos novamente, mas desta vez não é por Lena - e tudo o que está assombrando ele é segui-lo de seus sonhos e em sua vida quotidiana. Ainda pior, Ethan está gradualmente perdendo pedaços de si mesmo - esquecer os nomes, números de telefone, mesmo as memórias. Ele não sabe porquê, e quase todos os dias ele está com muito medo de perguntar.
Às vezes não há apenas uma resposta ou uma escolha. Às vezes não há como voltar atrás. E desta vez não haverá um final feliz.
Fonte

Opinião:
Achei a maior parte deste livro um bocado desnecessária. Na minha opinião, as autoras podiam ter saltado toda a "palha" do segundo e terceiro livros e juntá-los, fazendo um volume e fazendo da saga, uma trilogia. É pena ver isto acontecer com sagas que até têm conteúdo e que são boas, mas que vendem mais dois ou três livros extras só por causa do lucro...
Teve partes interessantes e de desenvolvimento, como também teve muita "palha", que foi bastante aborrecida.

A parte SPOILERS! do acidente, do coma e da morte da tia Pru FIM DE SPOILERS!  fez-me muita confusão, porque relembrou-me imenso da SPOILERS! morte da minha avó FIM DE SPOILERS!  que foi extremamente idêntica. Custou-me um bocado ler essa parte...

A minha reacção ao fim... Ethan... Não! Não! NÃÃÃÃOOOO!!!!! o.O
♫19 Moons... 19 Moons...♫ GRRR!

Concluindo, foi interessante quanto baste, embora que um pouco aborrecido.
Daqui a uma semana ou duas, devo começar o último livro desta saga. Espero que seja melhor.

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sábado, 23 de fevereiro de 2013

[Crítica] Sweet Seduction, de Maya Banks

Sweet SeductionSweet Seduction by Maya Banks
My rating: 2 of 5 stars

★★☆☆☆ { 2.5 }

ELE ERA O MATERIAL QUE COMPUNHA SONHOS ERÓTICOS... A proprietária do salão de beleza Julie Stanford queria Nathan Tucker, desde o dia que lhe deu a sua primeira massagem. Ser paga para sentir cada centímetro de seu corpo, despido, oleado, e espalhado na frente dela? Sonhos são feitos de coisas agradáveis. Mas o cara sexy estava alheio aos sinais que ela estava enviando, até que acabou em sua última massagem com algo extra. Na verdade, o melhor extra que ele já teve. Infelizmente, percebeu muito tarde. Agora, Julie estava seguindo em frente...
ELA ERA TUDO QUE ELE SONHOU... A mulher o estava deixando louco. Acendendo fogo em seu interior, em seguida, correndo como uma gata escaldada. E agora ela vai para outra pessoa realizar todas as suas fantasias? Somente sobre seu cadáver... Ele está mais do que disposto a dar o que ela quer, e assim que tiver terminado com essa pequena atrevida, vai mostrar sua própria marca de doce sedução...
Fonte

Opinião:
Dei uma melhor classificação a este livro em relação aos outros porque gostei mais dos protagonistas. Pareceram mais reais, mais "normais"... A relação deles mostra que pode ser erótica, sensual, romântica e até um pouco kinky, sem ser demais (como com os outros casais da série até agora). Gostei da Julie, mas gostei especialmente do Nathan - embora não tenha conseguido compreender algumas das acções dele. Adorei o look do Nathan - careca (devido a uma aposta), barbicha e brinco na orelha... não é o típico "príncipe encantado" que nos é sempre apresentado.
Mesmo assim, achei a relação um pouco imediata demais.

Tive pena da autora não ter explorado a última relação da Julie. Visto que foi uma relação, segundo a Julie, séria... poderia ter sido mencionada como um factor emocional, mas não...
Outro ponto negativo, o Micah voltou-me a enervar neste livro, embora que não tanto como nos anteriores... Mais uma vez, voltou a meter-se entre o casal protagonista. Grr! E então, sendo o próximo livro sobre o ele, já posso imaginar... vai ser bonito, vai. Neste volume, já tivemos um pequeno sneak peek do que lhe vai acontecer no próximo livro. Não estou muito entusiasmada... Continuando no tópico do Micah, aquela cena depois de SPOILERS! visitar o cemitério FIM DE SPOILERS!  
foi muito estranha...

Este livro foi um bocadinho melhor que os anteriores. Continuo sem perceber a relação entre os outros dois casais... Neste livro, continuamos a seguir o dia-a-dia deles, embora já não sejam os principais. Eles são tão controladores e elas tão submissas. É sempre ! Não é só no quarto, nos momentos mais kinky... É sempre !

As descrições das personagens continuam fraquíssimas como nos livros anteriores. Não é normal chegar ao fim do livro e não saber se a protagonista é loira, morena, ruiva ou o que seja... Até pode não ser nada de especial para alguns, mas a mim incomoda-me. 

Concluindo, gostei. Foi melhor que os livros anteriores, mas, mesmo assim, não adorei.

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

[Crítica] Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J. K. Rowling

Harry Potter and the Philosopher's Stone (Harry Potter, #1)Harry Potter and the Philosopher's Stone by J.K. Rowling
My rating: 4 of 5 stars

★★★★☆

Harry Potter é um garoto cujos pais, feiticeiros, foram assassinados por um poderosíssimo bruxo quando ele ainda era um bebê. Ele foi levado, então, para a cada dos tios que nada tinham a ver com o sobrenatural. Pelo contrário. Até os 10 anos, Harry foi uma espécie de gata borralheira; maltratado pelos tios, herdava roupas velhas do primo gorducho, tinha óculos remendados e era tratado como um estorvo.
No dia do seu aniversário de 11 anos, entretanto, ele parece deslizar por um buraco sem fundo, como o de Alice no país das maravilhas, que o conduz a um mundo mágico. Descobre sua verdadeira história e seu destino: Ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá que enfrentar a pior força do mal, o homem que assassinou seus pais. O menino de olhos verdes, magricela e desengonçado,tão habituado à rejeição, descobre, também, que é um herói no universo dos magos. Potter fica sabendo que é a única pessoa a ter sobrevivido a um ataque do tal bruxo do mal e essa é a causa da marca em forma de raio que ele carrega na testa. Ele não é um garoto qualquer, ele sequer é um feiticeiro qualquer, ele é Harry Potter, símbolo de poder, resistência a um líder natural entre os sobrenaturais. A fabula, recheada de fantasmas, paredes que falam, caldeirões, sapos, unicórnios, dragões e gigantes, não é, entretanto, apenas um passatempo.
Harry Potter conduz a discussões metafísicas, aborda o eterno confronto entre o bem e o mal, evidencia algumas mazelas da sociedade, como o preconceito, a divisão de classes sociais através do dinheiro e do berço, a inveja, o egoísmo, a competitividade exacerbada, a busca pelo ideal - a necessidade de aprender, nem que seja à força, que a vida é feita de derrotas e vitórias e que isso é importante para a formação básica de um adulto.
Fonte

Opinião:
Nunca tinha lido os livros de Harry Potter. Como vi o primeiro filme antes de sequer saber dos livros, decidi ver apenas os filmes. Mas agora que já vi todos e que a saga terminou, resolvi ler todos os livros.

O filme está muitíssimo fiel ao livro e foi muito engraçado porque, ao ler o livro, parecia que estava a ver aquela cena do filme. É claro que, apesar de ser super-fiel, o filme teve algumas diferenças do livros - principalmente as descrições físicas de algumas personagens, algumas cenas que cortaram, outras que editaram, etc. Fiquei foi triste de nunca terem colocado o Peeves nos filmes, não percebo o porquê. Eu adorei-o!

A escrita é sensacional e todo este mundo de Harry... não há palavras para descrever o quão belo é! A sério... Agora fiquei com uma vontade enorme de rever o filme. ♥

Adorei! :)

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sábado, 16 de fevereiro de 2013

[Crítica] Shiver, de Maggie Stiefvater

Shiver (The Wolves of Mercy Falls, #1)Shiver by Maggie Stiefvater
My rating: 2 of 5 stars

★★☆☆☆

Sam e Grace são dois adolescentes que vivem um amor sublime e aparentemente impossível. Todos os anos, quando chega a Primavera, Sam, abandona a sua vida de lobisomem e recupera a forma humana, aproximando-se de Grace, mas sempre que regressa o Inverno, vê-se obrigado a voltar à floresta e a viver com a sua alcateia. Conseguirá o seu amor vencer os muitos obstáculos que ameaçam separá-los para sempre? Uma história cheia de aventuras e descobertas, mágica, original, que desafia a mente e enternece o coração.

Traduzido em mais de 30 países e já um bestseller internacional, Shiver- Um Amor Impossível foi considerado um dos melhores livros juvenis de 2009 por algumas publicações literárias como a revista Publishers Weekly. Maggie Stiefvater é uma jovem autora de 27 anos que nos relata a história de um amor impossível entre uma rapariga de 16 anos e um rapaz misterioso que se transforma em lobo quando o Inverno chega. E é desta luta por tentar permanecer humano que nascerá uma bela - e impossível - história de amor.
Fonte

Opinião:
Foi o primeiro livro que li da autora e devo dizer que não fiquei nada impressionada.
Não gostei da maneira que Stiefvater escreveu o livro - principalmente as mudanças de ponto de vista, a distribuição dos capítulos - por exemplo: ainda não ia a meio do livro e já ia no capítulo 30 e tal; chegou a haver capítulos com uma ou duas páginas, e a temperatura no início de cada capítulo... já irritava, francamente. Contudo, e em relação a este novo factor da temperatura, gostei desta mudança do conto clássico dos lobisomens. Foi interessante. Porém, apesar de ter sido interessante quanto baste, grande parte do livro foi palha - houve muito blá, blá, blá... A história não prendeu e as descrições das personagens também foram muito fracas, quase inexistentes. As personagens, em si, também não me fascinaram... pareciam muito fracas e mal construídas. Não me prenderam muito. Mas, numa nota mais positiva, gostei muito do fim - estava bem feito e deu-me alguma vontade de pegar no próximo volume.

Agora, alguns spoilers...
SPOILERS! Falando novamente nas personagens, achei nelas, em certos momentos, alguma falta de consistência... por exemplo, a certa altura no livro duas raparigas que não eram inimigas, mas também não se davam bem, ficaram super-amigas de um momento para o outro. Outro exemplo - a Isabel, para além de imensamente irritante, teve reacções que foram completamente irrealistas e fora de personagem (especialmente aquando de saber da transformação do irmão, e da morte da cadela e do irmão).
Não gostei da mãe da Grace, parecia que estava sempre a mandá-la abaixo… e nunca estava lá quando a filha precisava dela. E o pai não foi melhor...
Toda a parte do Sam compor e tocar musica deve, suspeito eu, servir para fazer com que as leitoras do livro se "apaixonassem" ainda mais por ele, mas a mim não me fascinou, até porque as letras das músicas deixavam muito a desejar.
O pseudo-vilão, que acabou por não ser vilão de todo, não meteu medo nenhum... onde estava o drama? A intensidade do suspense...?
Ao início, achei muito imediato o romance entre o Sam e a Grace, mas no fim do livro, gostei muito deles como casal.
FIM DE SPOILERS!  


Não pude deixar de fazer comparações ao Twilight, por mais que tentasse não o fazer. Não se consegui apanhar todas as semelhanças entre este livro e Twilight, mas aqui estão as que consegui detectar...
SPOILERS! Tal como no Twilight, no Shiver:
• A rapariga e o rapaz jogam 20 Questions para se conhecerem melhor;
• A primeira saída oficial é uma surpresa do rapaz para a rapariga e acabam por ir para os bosques;
• O rapaz faz o pequeno-almoço à rapariga depois de ter passado a noite com ela;
• A rapariga vive perto dos bosques;
• Quando a rapariga acorda e vê que o rapaz ainda lá está, fica em animada e diz: "You're still here.".

Tal como a Bella, a Grace:
• É uma jovem adulta completamente auto-suficiente;
• Tem pais que, embora a adorem, são emocionalmente distantes;
• Não gosta de fazer compras;
• Gosta de cozinhar;
• O pai gosta de caçar; e, consequentemente, vai à caça dos animais perigosos que andam na floresta perto de casa;
• Para ela o rapaz é um milagre e ela tem medo que ele desapareça.

Tal como o Edward, o Sam:
• É muito educado e formal;
• É obcecado pela rapariga e admite-o;
• Compõe música;
• Tem os olhos dourados;
• Diz que usa lentes de contacto, quando lhe questionam a cor dos olhos;
• Observa a rapariga a dormir e admite ser fascinado por ela.
FIM DE SPOILERS! 


Concluindo, não adorei, mas também não foi mau de todo. Quero continuar com a trilogia só por curiosidade (até porque já me disseram que os outros livros são muito melhores), mas não é uma prioridade para já.

A minha reacção à maioria do livro:



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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

[Crítica] Easy, de Tammara Webber

EasyEasy by Tammara Webber
My rating: 1 of 5 stars

★☆☆☆☆

Uma garota que acredita que confiança pode ser deixada de lado, promessas são feitas para serem quebradas, e a lealdade é uma ilusão. Um garoto que acredita que a verdade é relativa, as mentiras podem esconder uma dor insuportável, e a culpa é eterna. Será que quando se encontrarem eles vão validar suas conclusões, ou refutar todas elas? Quando Jacqueline segue seu namorado à faculdade que ele escolheu, a última coisa que ela espera é uma separação. Depois de duas semanas em estado de choque, ela acorda para sua nova realidade: ela está solteira, estudando em uma faculdade estadual em vez de um conservatório de música, ignorada por seu grupo de amigos, e quase repetindo uma matéria pela primeira vez em sua vida. Saindo para uma festa sozinha, Jacqueline é assaltada por seu ex-irmão de fraternidade. Resgatada por um estranho que parece estar no lugar certo na hora certa, ela não quer nada mais do que esquecer o ataque e a noite – mas seu salvador, Lucas, senta na última fileira de sua classe de economia, escrevendo em seu caderno e encarando-a. Quando seu atacante retorna, Jacqueline tem uma escolha: aceitar a derrota ou aprender a luta. Lucas continua protetor, mas ele está escondendo seus próprios segredos. De repente, as aparências são tudo, e saber em quem confiar não é nada fácil.
Fonte

Opinião:
Antes de ler o livro, li diversas críticas no Goodreads e todas elas fantásticas, e comecei a ler o livro com imensas expectativas. Que desilusão que eu tive! Até me sinto um bocado mal de estar a falar mal do livro, depois de ver tantas críticas positivas… but it is what it is.
Foi o livro menos realista de sempre, ainda por cima com um tema tão sensível como o abuso sexual. Tive que fazer um esforço enorme para acabar o livro. Deu-me, literalmente, uma dor de cabeça.
Nunca tinha lido nada da autora e digo, francamente, que não fiquei impressionada.
Em geral, o livro até tinha um conceito interessante, mas foi muito mal aproveitado pela autora, na minha opinião. Quanto mais o lia, mais me enervava. A única coisa minimamente positiva neste livro foi a escrita, que não foi má de todo, embora também não tenha sido fantástica. De resto, não consegui sentir nenhuma ligação às personagens. A Jacqueline é uma personagem horrível, que não tem personalidade nenhuma e só faz decisões de merda. Como se isso não fosse suficiente, durante todo o livro a personagem não desenvolveu nem um bocadinho. Não gostei nada dela.

Um dos grandes problemas deste livro é SPOILERS! a reacção irrealista da Jacqueline quando foi abusada sexualmente - parece não ter tido qualquer impacto na vida dela. Não mostra qualquer sinal de trauma, de medo ou sequer de uma melhor vigilância após o ataque. E só se mostra com receio quando é novamente confrontada pelo atacante. Sim, porque como não fez queixa dele da primeira vez, deu-lhe, obviamente, a oportunidade para voltar a atacar – e ele assim o fez, e não foi só a ela.
Ainda por cima, mais uma característica super-irrealista da Jacqueline, cerca de duas semanas depois do primeiro ataque, ela já está pronta para ir para a cama com o rapaz que a salvou - o Lucas. Em vez de ter dificuldades ao encarar a situação, não... pelo contrário, fica obcecada com sua nova paixoneta pelo Lucas e pelo explicador de Economia, e com o fim do namoro com Kennedy - o rapaz que ela amava tão loucamente que o seguiu para a Faculdade que ele escolheu.
Quando é atacada uma segunda vez pelo Buck, tal como da primeira, não faz queixa nem conta a ninguém e para agravar a situação vai a uma festa com a melhor amiga Erin onde sabe que ele vai estar. Quando ele a ameaça, não só não se vai embora como volta a não faz queixa. Se isto não é estupidez... eu não sei o que é. Medo não é claramente, visto que continua com a sua vida normalmente, apesar de praticamente conviver dia-a-dia com o atacante.
O nosso herói, o Lucas, é mais um estereótipo de bad-boy com um passado trágico, completo com tatuagens, um piercing no lábio e uma mota. O sonho de qualquer rapariga que acabou de ser largada depois de 3 anos de namoro e que, acima de tudo, acabou de ser abusada sexualmente, certo? Para a Jacqueline, sim. Apesar de o ter conhecido há apenas uns dias, confia nele cegamente, só porque a salvou e porque é atraente. O envolvimento dela com o Lucas foi extremamente irreal, principalmente em termos sexuais – foi demasiado fácil para ela voltar a ter uma vida sexual normal, sem traumas do que lhe aconteceu. Mal podiam estar perto um do outro, que começavam logo a curtir e a tirar camadas de roupa… O Lucas, para além de todo o charme de bad-ass, tem também uma faceta de stalker. Ou não fosse ele SPOILERS! contactar diariamente com a Jacqueline via e-mail, enquanto explicador de Economia, usando o seu primeiro nome - Landon. Nome esse que nunca revela no início e só revela quando a Jacqueline já tinha descoberto.
Falando neste assunto agora, quando a Jacqueline descobre a verdadeira identidade do explicador, o que é que ela faz? Como de costume, nada. Continua a falar na boa com os "dois", em vez de confrontar o Lucas sobre a situação. Típico...
FIM DE SPOILERS!  


As outras personagens também deixam muito a desejar. A descrição das personagens, também, fica muito aquém. Por exemplo: só temos descrições minimamente completas das personagens quase a meio do livro.
Outra coisa que me perturbou neste livro foi a reacção da mãe da Jacqueline ao saber dos abusos sexuais. Ficou muito chocada, mas, para além disso, não mostrou muita preocupação. Perguntou à filha se queria que ela fosse ter com ela ao Campus da Universidade e quando a Jacqueline disse que não, ela pediu desculpa por não estar mais presente, mas deixou o assunto por aí. Ora, se fosse a minha mãe, tinha vindo logo a voar ter comigo. E, se fosse eu a mãe nesta situação, sem dúvida que faria o mesmo.
FIM DE SPOILERS!  


Outra coisa... fui só eu que me apercebi logo desde o início que SPOILERS! o Lucas e o Landon era a mesma pessoa... FIM DE SPOILERS!  


Concluindo, apesar de uma escrita boa... o conceito mal aproveitado e nada realista, as personagens idiotas e o enredo, sinceramente, fraco foram, para mim, difíceis de engolir. As escolhas idiotas da Jacqueline já estavam a ser cansativas e o livro acabou se tornar aborrecido…

Agora, peço, com toda a humildade, a quem gostou do livro que me explique o porquê de ter gostado, por favor... porque eu não consigo compreender.


A minha reacção ao livro em geral foi:



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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

[Crítica] The Short Second Life of Bree Tanner, de Stephenie Meyer

The Short Second Life of Bree TannerThe Short Second Life of Bree Tanner by Stephenie Meyer
My rating: 3 of 5 stars

★★★☆☆

O livro conta a história de Bree Tanner, uma vampira que havia sido recém-criada por Riley (a pedido de Victoria) no terceiro livro da saga, Eclipse. Foi escrito do ponto de vista de Bree, em oposição aos outros livros da série, que são contados principalmente por Bella Swan.
Fonte

Opinião:
Caramba! Já não lia nada do Twilight há quase 3 anos... já tinha saudades! :')
Agora fiquei com vontade de voltar a ler todos outra vez. {Soon...}

A escrita de Meyer está, como sempre, óptima. Foi muito interessante ver os acontecimentos de um ponto de vista diferente, assim acabámos por descobrir coisas que não foram reveladas nos livros - como por exemplo... SPOILERS! que os Volturi estavam a trabalhar com a Victoria para exterminar os Cullen FIM DE SPOILERS!  

Nunca liguei muito à Bree, era apenas uma personagem secundária, não me parecia muito importante; mas, como este livro, fiquei a gostar dela. Neste livro, gostei muito da Bree e do Diego. De resto, as outras não me causaram grande impressão.
Foi tão bom voltar a ver os Volturi e gostei, especialmente, SPOILERS! da visita deles à Victoria. Falando nela, não consegui reconhecer a Victoria - as reacções dela estavam completamente fora de personagem... parecia agitada, fora de controlo... ela que sempre pareceu (pelo menos, para a Bella) uma psicopata controlada e sempre a saber o que estava a fazer. FIM DE SPOILERS!
Adorei a frase: "Decisions, decisions...", que foi adaptada para o filme; embora não tenha sido dita pela Victoria, mas sim pela Jane. Gostei, também, do que o Diego disse quando SPOILERS! ele e a Bree descobrem que brilham à luz do sol...
"We're walking disco balls"
LOL. Oh Diego, querido Diego... ♥ FIM DE SPOILERS!  

Concluindo, foi uma boa novella. Foi uma leitura leve e rápida, interessante o suficiente para manter o leitor atento; e, especialmente interessante para mim, porque já conhecia a história e foi bom ver novos acontecimentos, de outro ponto de vista que não o da Bella, na cronologia da Saga.


┼ R.I.P. Bree Tanner ┼ 
 

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[Crítica] Sweet Persuasion, de Maya Banks

Sweet PersuasionSweet Persuasion by Maya Banks
My rating: 2 of 5 stars

★★☆☆☆

Por cinco anos, Serena comandou a Fantasy Incorporated, e dedicou seu tempo para a concretização das fantasias dos clientes. Nunca a sua. Até agora... Seu desejo mais secreto é dar a posse de seu corpo a um homem. Alguém que vai comandá-la, seu prazer, e ter total autoridade sobre ela. Então, ela procura Damon Roche, dono de um clube de sexo exclusivo, ele é um homem forte o suficiente para fazê-la fazer qualquer coisa que ele queira. Qualquer coisa. Juntos eles viajam para um mundo em que ela apenas sonhou. A ela é dada a oportunidade de mergulhar em uma vida diferente, enquanto sua vida normal aguarda para voltar, sempre que desejar. Damon não tem nenhum desejo de deixá-la ir, no entanto. Serena é a mulher que procurou por muito tempo, e cabe a ele convencê-la a ficar, quando o jogo terminar. Ele quer que sua fantasia se torne realidade, e ter Serena para ser mimada, acarinhada e submissa.
Fonte  

Opinião:
Assim que comecei a ler, apercebi-me imediatamente de semelhanças entre a Faith (do livro anterior) e a Serena – ambas, sexualmente frustradas, procuram o BDSM como escape de uma vida sexual monótona ou inexistente. A linguagem, como de costume, é forte, mas tendo em conta o género literário, é compreensível. Ainda não estou muito familiarizada com este género de livros, mas, pelo menos nestes livros, parece-me tudo muito abusivo e controlador, mesmo fora do quarto. Ora, embora não esteja muito dentro do tema, penso que não seja a melhor maneira de ter uma relação por mais kinky que seja.

Apesar de não ser o primeiro livro erótico que li, continuo a achar isto tudo muito estranho. Em primeiro lugar, aquela família da Faith e os seus amigos mais chegados é tudo uma grande cambada de tarados. O que eles precisam é de um bom terapeuta sexual. LOL. Principalmente o Micah.

Quanto às personagens, não adorei a Serena, mas também não desgostei completamente; Do Damon... já não achava grande coisa dele do livro anterior, neste... Ui! Achei-o muito controlador e abusador com a Serena. Não gostei disso. Outra coisa... a grande amizade entre a Faith e o Damon continua muito estranha para mim. Não consigo sentir a ligação de uma amizade, aliás não consigo sentir nada... até podiam ser estranhos.

E que raio de alcunha foi aquela que ele lhe deu? Serena minha... (wtf?)

Tenho que falar sobre isto, pois não posso ignorar esta cena... SPOILERS! aquela cena, depois da "semana de fantasia de submissão" da Serena, quando a Serena minha começa a ter duvidas se deverá continuar ou não com o relacionamento, e vai para a casa do Damon depois do trabalho, como estava acordado no contracto. Entretanto, o Damon está super preocupado porque ninguém sabia dela e quando ela finalmente apareceu, ele disse-lhe que tinham convidados, para ela entrar e vestir aquilo que ele tinha escolhido para ela. E a Serena, como qualquer mulher que se respeita, o que é que decide fazer...? Obedece-lhe... (ou quase, visto que não vestiu o que ele lhe mandou, preferiu ir ter com os convidados nua). GRR!! Em vez de falar com ele, explicar a situação e ver se conseguiam chegar a um entendimento melhor... tive esperanças que ela assim fizesse até à última, mas não. E ele, depois, ainda ficou a pensar nos castigos para lhe dar, por ela lhe ter desobedecido. Ó sim, AMOR! E quem era um dos convidados? O Micah, é claro. E lá vai ele outra vez a meter-se entre um casal... Já enjoa...

O pior veio depois... A Serena minha não queria desiludir o seu Damon, porque fracasso dela era o fracasso dele como mestre... Opá! Poupem-me... isto mais parece a psicologia da violência domestica.
Ele não a queria castigar, mas tinha que ser para ela aprender...


"the punishment was necessary"


Como mulher, não consigo perceber nem respeitar os outros seres do meu sexo que se submetem a isto, gostam e, se depois alguma coisa corre mal, a culpa é toda delas... 
FIM DE SPOILERS!  


Contudo, apesar de todos os aspectos negativos já citados, gostei de quando a autora nos deu a conhecer SPOILERS! a mãe do Damon e algumas histórias do seu passado - fê-lo parecer mais... humano, mais real. Gostei, também, da cena quando o Damon e a Serena fizeram amor - mostrou que não tem que ser tudo kinky stuffFIM DE SPOILERS!  
Contudo, tal como no livro anterior não tive qualquer sensação de que os dois se amassem.

Concluindo, apesar de não estar a adorar a série, vou fazer um esforço para acabá-la.

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sábado, 9 de fevereiro de 2013

[Crítica] City of Fallen Angels, de Cassandra Clare

City of Fallen Angels (The Mortal Instruments, #4)City of Fallen Angels by Cassandra Clare
My rating: 3 of 5 stars

★★★☆☆ { 2.7 }

A (agora) saga The Mortal Instruments era para ter sido uma trilogia. E talvez teria sido melhor se a autora assim o tivesse deixado, mas o fim do livro anterior, embora satisfatório, não foi espectacular. Logo, percebo o porquê de haver uma continuação. Contudo, acho que este volume teria sido melhor se, ao em vez de ser um livro de quinhentas e qualquer coisa páginas, tivesse sido uma novella que fizesse de ponte entre o terceiro volume e o seguinte. Até porque, neste volume não houve assim desenvolvimentos muito significativos. Podiam ter dado "um cheirinho" na dita "ponte", e o resto do desenvolvimento continuavam no volume seguinte. Este livro teve muita palha SPOILERS! aqueles desentendimentos amorosos... FIM DE SPOILERS! 
e apenas algum desenvolvimento.

Este livro é muito centrado no Simon e na sua nova vida, com todos os seus óbvios obstáculos.
Conhecemos algumas personagens novas: o Kyle, SPOILERS! também conhecido como Jordan Kyle - o ex-namorado da Maia, que a transformou FIM DE SPOILERS! 
; a Camille; e, claro, a Lilith. Gostei muito de todos, mas estava à espera de qualquer coisita mais na Lilith (como já tenho uma imagem formada dela de a ver em séries, filmes, etc). Não fiquei com uma grande impressão dela neste livro. Toda a parte da Lilith e dos Hell Hounds fez-me lembrar imenso a série Sobrenatural. LOL

Os já referidos problemas amorosos é que já enjoavam... aliás, decidi não dar 3 estrelas ao livro por este mesmo motivo. Para além disso, enervou-me, especialmente, o facto da Clary depois de 4 livros, continua a ser relativamente inútil... Parece que continua sem se saber defender, sem se saber decidir...

Gostei muito do facto de terem mencionado SPOILERS! o Will Herondale (ainda não li a trilogia que faz de prequela a esta série, mas sei que o Will é um dos protagonistas. Estou muito entusiasmada para lá chegar!). FIM DE SPOILERS!  

Gostei muito do fim, apesar de ter sido bastante previsível. É claro que o SPOILERS! Sebastian/Jonathan não podia estar morto, o que é que iam fazer para o resto da série...? Teriam que inventar um vilão novo, o que não faz nada o estilo de Clare. Mas e agora o que é vai aconteceu com o "meu" Jace...? GRR! Detesto cliffhangers! FIM DE SPOILERS! 
Terei que ler o quinto livro... soon !

Concluindo, gostei, foi um livro razoável, mas não foi o melhor da série. Espero que o próximo seja melhor.

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

[Crítica Filme] Sangue Quente

★★★★☆  { 4.5 }


07/02/2013

Acabei de chegar do cinema, onde vi Sangue Quente (título original – Warm Bodies). Podem ler a minha crítica ao livro aqui. Como prometido, eis a crítica ao filme.

SPOILER ALERT (caso não queiram spoilers, não leiam o resto)

Em primeiro lugar, tinha muitas expectativas (por ter lido o livro) e o filme, apesar de não as ter superado, foi fantástico!

O realizador, Jonathan Levine, não é muito conhecido. Para além deste filme, dele só conheço o filme 50/50, que adorei! E a realização de Levine neste Sangue Quente não desiludiu.

Quanto ao elenco apenas conhecia três dos nomes - Nicholas Hoult (X-Men: O Início, Era Uma Vez Um Rapaz), Teresa Palmer (Sou o Número Quatro, A Maldição 2) e, claro, John Malkovich (Identidade Kubrick, O Libertino). Só conhecia o Dave Franco (Noite de Medo, Agentes Secundários) por ser irmão do James Franco; e a Analeigh Tipton (Amor, Estúpido e Louco, Green Hornet, America's Next Top Model) e o Rob Corddry (Loucuras em Las Vegas, Jacuzzi - O Desastre do Tempo) conhecia apenas de alguns projectos, ou seja, conhecia-os "de vista".
 
Nicholas Hoult fez o papel de R na perfeição, ninguém podia esperar melhor e, como já referi, ia com imensas expectativas. A Teresa Palmer... gostei da participação dela como Julie, mas, mesmo assim ainda não consegui entranhar a personagem - continuo a achar que lhe falta um pouquito de personalidade, de vivacidade. Gostei muito da Nora (Analeigh Tipton), mas acho é que entrou muito pouco no filme - foi das minhas personagens favoritas no livro. A interpretação de M por Rob Coddry é que, sinceramente, me levou de surpresa. Estava à espera de gostar do M, porque gostei dele no livro, mas não estava à espera de gostar tanto dele. No filme ele tem com cada momento... adorei-o! Bitches, man... LOL. O Dave Franco... não achei nada de especial - nem a qualidade da representação, nem da personagem - o Perry. Já no livro, não adorava o Perry, mas tolerava-o; no filme, não gostei dele. E achei que no filme o fim dele não foi explicado como deve ser - aliás, não foi explicado de todo. As pessoas que viram o filme e não leram o livro, se calhar agora pensam que o Perry ficou para sempre na consciência do R. Não ficou... Mas fiquei muito feliz por terem feito a parte quando R come o cérebro do Perry. Estava com receio que não colocassem no filme por ser demasiado gráfico. Não queria que fizessem com que o R se apaixonasse pela Julie só ao vê-la, estilo love at first sight. Estava com receio, também, que não fizessem os flashbacks das memórias do Perry. Mas enganei-me nos dois aspectos, fizeram-nas e muito bem.

Tanto o livro como o filme dão muito que pensar e servem como uma excelente crítica à sociedade. Não comunicamos, parecemos zombies nesta nossa vida que é uma correria - de casa para o trabalho, do trabalho para casa, etc. Não reparamos uns nos outros. Andamos, simplesmente, a deambular de um lado para o outro. Nós somos os zombies. 

What am I doing with my life? I'm so pale. I should get out more. I should eat better. My posture is terrible. I should stand up straighter. People would respect me more if I stood up straighter. What's wrong with me? I just want to connect. Why can't I connect with people? Oh, right. It's because I'm dead.   - R

Esta metáfora aplica-se, principalmente, à grande maioria dos jovens de hoje em dia. Eu, pessoalmente, consigo-me relacionar muito com o R. 


Tal como no livro, houve cenas muito engraçadas. Tanto o livro como o filme são uma mistura perfeita de romance/terror/comédia. Adorei os dois!  :)
Gostei muito, também, da adaptação dos nomes das personagens. Nunca me tinha apercebido e no outro dia chamaram-me à atenção sobre isso... Os nomes das personagens são uma adaptação de Romeo & Julieta. Ora vejam:

R   -  Romeo
Julie  -  Juliet 
-  Mercutio
Nora  -  Nurse
Perry  -  Paris


Achei muita graça! Adorei!  :)
Adorei, também, os efeitos especiais! Estavam muito bem feitos, especialmente os Bonies.

Quanto ao fim, fiquei muito desiludida. Foi tudo muito do género "e viveram felizes para sempre". O Grigio, o pai da Julie, não morreu (como no livro) e aceitou todas mudanças muito bem, o que não faz nada o estilo dele - foi completamente fora de personagem. Agora, pergunto-me... será que não vão fazer sequela ao filme? Não devem fazer, acabaram este tão "bem" - a ameaça foi completamente eliminada e todos viveram felizes para sempre. Tenho um problema sério com isto, principalmente porque o livro não acabou assim e porque, assim, não faz sentido ter um segundo filme (o que é estúpido, porque vai haver um segundo livro). GRR! Que frustração... Não sei qual o motivo por terem optado fazer assim. Talvez não quisessem um franchise como há muitos agora, não sei... só sei que não gostei desse aspecto.

Concluindo, gostei muito do filme! Mesmo assim, decidi não dar 5 estrelas, por um simples motivo - o facto da segunda metade do filme não ter sido tão fiel ao livro como o resto do filme, principalmente aquele final...

Apesar dos aspectos negativos referidos, aconselho vivamente a todos que vejam o filme. Aproveitem o Dia dos Namorados!  ;)


Bom fim-de-semana!  :)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

[Crítica] Dream Dark, de Kami Garcia e Margaret Stöhl

Dream Dark (Beautiful Creatures Series, #2.5)Dream Dark by Kami Garcia
My rating: 3 of 5 stars

★★★☆☆

Em primeiro lugar, esqueci-me de dizer isto na crítica anterior... se ouvir o ♫19 Moons♫ , acho que me passo. Durante todo o primeiro livro foi ♫16 Moons♫ para cá e para lá; no fim do primeiro livro e durante todo o segundo livro - ♫17 Moons♫ e eu pensei - "é um bocado frustrante, mas ok...". Até que chegamos ao fim do segundo livro e o que é que começa a tocar...? ♫18 Moons♫ !! GRRR!! Já mete nervos...

Agora sobre a novella. Este livro serve como ponte entre o segundo e o terceiro volume da série e segue a transição do Link de humano para Incubus (ou Linkubus . hehehe). Foi um bom seguimento do segundo livro, foi uma leitura fácil e leve, e foi muito interessante. Normalmente, com estas novellas entre volumes não têm muito material importante para o enredo. Servem, apenas, na minha opinião, para dar mais uns trocos ao autor. Mas este não é o caso... mesmo pequeno, Dream Dark é um livro que nos dá a oportunidade de "espreitar por detrás da cortina" do que vai acontecer no terceiro livro e divertimo-nos imenso ao fazê-lo. Estou a gostar muito da Ridley e deste lado mais soft dela... neste livro podemos vê-la a ter dificuldades com a sua nova humanidade.

Concluindo, foi interessante. Gostei! :)

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[Crítica] Beautiful Darkness, de Kami Garcia e Margaret Stöhl

Beautiful Darkness (Caster Chronicles, # 2)Beautiful Darkness by Kami Garcia
My rating: 3 of 5 stars

★★★☆☆

Ethan Wate costumava pensar em Gatlin, a vila sulista a que sempre chamara casa, como um sítio onde nunca nada mudava. Foi então que conheceu Lena Duchannes, uma misteriosa recém-chegada que lhe revelou um mundo secreto, que sempre estivera oculto à vista de todos. Uma Gatlin que albergava segredos ancestrais por detrás dos seus carvalhos cobertos de musgo e dos passeios gretados. Uma Gatlin onde, há gerações, uma maldição tinha marcado a família de Lena, repleta de poderosos poderes sobrenaturais. Uma Gatlin onde acontecem situações impossíveis, mágicas e capazes de mudar o rumo de uma vida. E, por vezes, capazes de lhe pôr termo.
Juntos conseguem fazer face a tudo o que Gatlin lhes apresenta mas, depois de sofrer uma perda trágica, Lena começa a retrair-se, guardando segredos que põem a relação dos dois à prova. E, agora que os olhos de Ethan foram abertos para o lado mais obscuro de Gatlin, não há volta a dar. Assombrado por estranhas visões que só ele tem, Ethan é ainda mais atraído para a história rocambolesca da sua vila e vê-se preso na perigosa rede de passagens subterrâneas que atravessam o Sul de um modo interminável, e onde nada é o que parece.

Opinião:
Não há muito a dizer sobre este volume - gostei, foi uma boa continuação ao primeiro volume desta série. Contudo, não foi brilhante... Achei o livro demasiado longo, levou muita "palha"... o que, muitas vezes, o tornou enfadonho. Contudo, também houve momentos em que acontecia algo completamente inesperado. As autoras sabem dar com cada twist na história. É o que torna estes livros bons.

São-nos apresentadas algumas personagens novas – duas delas são a Liv e o John. Gostei muito da Liv; do John, hmm... nem por isso. Conhecemos também o antepassado de Macon, Abraham Ravenwood. É um vilão daqueles que metem respeito...
Adorei as novas revelações, os ditos twists - não estava nada à espera...

Agora alguns spoilers... SPOILERS! Adorei os flashbacks do passado do Macon; E então quando ele voltou... ahh! Adorei! :)
E também gostei muito da referência ao Vasco da Gama... LOL.
FIM DE SPOILERS! 


Concluindo, gostei, mas não achei nada de especial. De seguida, vou ler a novella que se segue a este volume - Dream Dark.

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sábado, 2 de fevereiro de 2013

[Novidades] Vampire Academy

Estou em completo estado de choque e de exaltação ao mesmo tempo! Saíram ontem os três principais nomes do elenco da adaptação cinematográfica da saga Vampire Academy, de Richelle Mead.

 
Eu adorei toda a saga. É do melhor que há em termos de literatura YA. Acreditem, é mesmo muito bom. Já os li há uns bons tempos e quando soube que iam fazer um filme, fiquei logo nas nuvens. Mas, com a notícia de hoje, já fiquei um bocado desanimada. O casting do elenco da adaptação de um livro ou saga literária é sempre um processo complicado - principalmente para os fãs. Eu ainda estou a tentar recuperar...
Eis o casting oficial:


Danila Kozlovsky como Dimitri Belikov 
Zoey Deutch como Rose Hathaway 
Lucy Fry como Lissa Dragomir


A escolha para Dimitri é perfeita! Mesmo, mesmo perfeita! Já a escolha para Lissa... não adorei. Nunca vi nenhum trabalho da actriz; já a Zoey Deutch, escolhida para o papel de Rose, vi-a na série Ringer e gostei muito da participação dela - achei-a muito fierce, o que é essencial na Rose.



Todos sabemos que os livros são sempre melhores, mas tenho medo do que possa acontecer com os filmes. A saga é realmente muito boa; quem ainda não leu, vá ler! ;)

O primeiro filme tem data marcada para 2013, mas duvido que assim seja, porque ainda agora estão a anunciar o casting - primeiro que comecem a filmar, etc... só lá para 2014 ou 2015, com sorte.
Até lá, toca a reler todos os livros! :)

[Crítica] Luzes do Norte, de Nora Roberts

Northern LightsNorthern Lights by Nora Roberts
My rating: 3 of 5 stars

Esta crítica vai ser uma crítica dupla - ao livro e ao filme.

Livro: ★★★☆☆

Começando pelo livro, foi escrito por Nora Roberts. Logo, não podia, jamais, ser mau. Foi escrito com um protagonista masculino, o que não é muito comum em romances de NR. Ainda não tenho bem a certeza se gostei ou não disso. Mas, mesmo assim, o meu maior problema com este livro foi as entradas de diário – não gosto disso em livros. Irrita-me e aborrece-me bastante.

Em relação à escrita, nada de negativo a apontar – Nora Roberts, como sempre, no seu melhor. O enredo foi bom, embora não tenha sido dos melhores. Quanto às personagens, adorei o Nate e a Meg. A Charlene enervou-me umas quantas vezes, mas nem era muito má e gostei muito da Presidente Hopp. Já as restantes personagens, não as achei muito interessantes, não passaram de um nome.

Gostei muito do Nate e da Meg como casal – têm uma química interessante. A Meg, como todas as protagonistas femininas de NR, é uma super-mulher, uma mulher com garra, independente. E, como me acontece sempre que leio um romance de NR, gostaria de ter visto mais do que se passou depois do fim do livro. E é para isso que servem as FanFictions, mas infelizmente, por lei, não é permitido fazer FanFictions do material de Nora Roberts. Por isso, aqui fico eu, imenso tempo após ter lido o livro, a imaginar como será a vida das personagens depois do fim do livro. Tem esse lado menos bom, mas acaba, também, por dar uma certa magia à coisa – acabar o livro com a história a meio para que o leitor depois possa preencher o resto.

Adorava visitar o Alasca e ver as luzes do norte. São magníficas. Podem ver a galeria aqui.

Concluindo, apesar de ter sido bom, o livro, em geral, não me prendeu muito. Não foi o melhor de NR.

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Filme: ★★☆☆☆



Falando agora sobre o filme...

Gostei! Não adorei, mas também não estava à espera disso, sendo ele um filme televisivo da Lifetime. Podem ver o trailer aqui.
Já vi outros filme do mesmo canal, baseados em romances de Nora Roberts e devo dizer que, até agora, este é o melhor, apesar de ter falhado em alguns aspectos... Uma coisa que me irritou solenemente no filme - SPOILERS! PORQUÊ mudar os apelidos dos protagonistas? É muito difícil dizer Galloway? E Burke? Não me parece que haja dificuldade, logo não percebo o porquê. FIM DE SPOILERS!  Adorei o detalhe da parka vermelha da Meg. *-*

Quanto ao casting, gostei muito mesmo da escolha da Presidente Hopp, estava perfeita e gostei, também, do Eddie Cibrian como Nate. A LeAnn Rimes - adoro-a como cantora - e surpreendeu-me, sinceramente, como actriz. Só senti falta do detalhe do cabelo preto da Meg.

Concluindo, dou ao filme 2 estrelas porque, apesar de não ter sido fantástico, foi bom quanto baste - soube satisfazer a minha curiosidade de fã de ver o desenlaçar da história no pequeno ecrã.

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