terça-feira, 29 de janeiro de 2013

[Crítica] TMI #3 - City of Glass, de Cassandra Clare

City of Glass (The Mortal Instruments, #3)City of Glass by Cassandra Clare
My rating: 4 of 5 stars

★★★★☆ { 3.5 }

Gostei!!

Finalmente, neste terceiro livro da série The Mortal Instruments, temos desenvolvimentos. Temos personagens novas, mudamos de ares e vamos, pela primeira vez, a Idris - a Cidade de Vidro. E, o mais importante, temos segredos que são, finalmente, revelados. :D

Ao contrário dos anteriores volumes, City of Glass é imprevisível e prendeu-me muito, apesar de já saber alguns spoilers. Queria sempre saber o que ia acontecer a seguir, e depois, e depois... Principalmente, a partir (mais ou menos) do meio do livro. As coisas começaram a aquecer e é, até ao fim, uma montanha-russa autêntica.

Um dos grandes problemas com esta saga, na minha opinião, é o facto de se poder saltar o segundo livro e ir directamente do primeiro para este, sem fazer diferença quase nenhuma na história. O primeiro serve como introdução a toda a história e, um óptimo seguimento, seria este terceiro volume, visto que o segundo foi, na sua maioria, só palha.

Ok, aqui vão alguns spoilers, porque, simplesmente não posso deixar de falar nisto.

SPOILERS! Numa cena onde se encontram vários "dirigentes" dos diversos institutos, estavam presentes os "dirigentes" de Portugal, do Instituto de Lisboa - o senhor Monteverde e a senhora Monteverde. (wtf?) Em primeiro lugar, que raio de nome é este?? É em alturas com esta que me pergunto se a autora sequer fez pesquisa sobre Portugal. Monteverde não é um apelido português comum; nem sei se existe como apelido sequer... Agradeço e tal, terem mencionado o meu país e o meu distrito, mas podiam tê-lo feito melhor.
O que menos gostei foi o facto do senhor e da senhora Monteverde terem uma pronuncia assim meio espanholada (li o livro em formato audiobook). Será que ainda há pessoas por esse mundo fora que pense que Portugal faz parte de Espanha...?
Falando em Espanha, tive um problema com o nome da capital de Idris - Alicante. Eu posso dizer que já fui a Alicante... é em Espanha! Nunca mencionei isto, mas quando li o nome pela primeira vez, fiquei estupefacta. A autora tem imaginação suficiente para inventar imensos nomes para variadíssimas coisas na série, mas não consegue inventar o nome da capital de Idris.
FIM DE SPOILERS! 



Tive um grande problema com uma cena - SPOILERS! quando a mãe da Clary é (finalmente!) acordada e vai para Idris para se reencontrar com a filha FIM DE SPOILERS!  - não consigo perceber a reacção da Clary. Juro que não consigo! Para além disso, gostei muito do livro e das emoções que o livro provocou em mim - até chorei.

Outro problema que tenho com esta série, e com esta autora em particular, é o tamanho do epílogo - ou seja, o último capítulo. Em qualquer outro livro, este último capítulo serve apenas para concluir a história. Têm, no máximo, umas 10 páginas. Mas não com Clare. A autora, em todos os livros, faz sempre um epílogo de quase 50 páginas (ou mais).

Em conclusão, para mim, foi o melhor até agora desta saga. Veremos se os próximos são assim tão bons. :)

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