quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

[Crítica] Insurgent, de Veronica Roth

Insurgent (Divergent, #2)Insurgent by Veronica Roth
My rating: 4 of 5 stars

★★★★☆ (3.7/3.8, na realidade)

Uma escolha pode transformar-te - ou destruir-te.
Mas todas as escolhas tem a suas consequências e à medida que o descontentamento se instaura nas facções que a rodeiam, Tris Prior tem de continuar a tentar salvar a vida daqueles que ama, assim como a sua, enquanto se debate com questões de luto e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

Li o volume anterior (Divergent) há coisa de 2/3 meses e adorei! Senti uma vontade enorme de ir logo ler o segundo livro, mas li algumas críticas aqui no goodreads e fiquei um bocado assustada... acabei por decidir deixá-lo para mais tarde. Não fez muita diferença, porque mesmo depois deste tempo, quando peguei no segundo volume, lembrava-me muito bem dos acontecimentos - o primeiro livro foi memorável.
Foi uma óptima continuação do primeiro livro. Adorei o facto de ter começado no exacto momento em que o primeiro livro terminou. Ou seja, não perdemos pitada do que aconteceu. :)

Tal como em Divergent, Veronica Roth leva-nos numa viagem imprevisível pelo mundo de Tris Prior. Nunca podemos pensar que algo vai acontecer, porque o mais provável é isso não acontecer, de todo. Tudo na escrita de Veronica Roth é fantástico, apesar de ser narrado na primeira pessoa - ou seja, vemos tudo no ponto de vista da Tris. Não é um aspecto que eu aprecie muito em livros, mas, neste caso, até gostei. A história é muito surpreendente e imprevisível, que é um aspecto que eu adoro em livros direccionados a um público YA (Young Adult).

A Tris é uma das minha personagens femininas favoritas de sempre e adorei ver a evolução dela desde o início do primeiro livro até ao fim do segundo, visto que o 3º volume ainda não foi publicado. Mas uma das melhores personagens da série, na minha opinião, é o Four (também conhecido como Tobias Eaton). O Four é como uma caixinha de surpresas. Estamos sempre a descobrir algo novo sobre ele. Já com a Tris, talvez por o livro ser narrado na primeira pessoa, sabemos tudo (ou quase tudo) sobre ela. Vamos sempre acompanhando os eventos que se passam através dos "olhos" dela. Por isso, senti que as atitudes dela não são assim tão inesperadas quanto isso.
Senti uma grande empatia com as personagens (senti o que elas sentiam, etc). Em determinada altura, ainda me vieram as lágrimas aos olhos.

E, durante vários momentos, tanto no primeiro livro como neste, dei por mim a ficar de boca aberta, em completa surpresa... Gosto realmente de Veronica Roth! Foi uma grande surpresa, mas uma fantástica surpresa. :)

Contudo, e falando do livro em geral, apesar de ter sido muito bom, não foi tão bom nem tão memorável como o primeiro. Agora, mal posso esperar pelo próximo e último volume da trilogia. :)

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